sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

TOSCO: UMA OBRA PARA TODOS NA ESCOLA


Em parceria com a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e a Secretaria Estadual de Educação de MS no projeto com o livro Tosco desenvolveu em algumas escolas de Campo Grande, em 2011, e agora será trabalhado com todas as Unidades do Estado e receberá o apoio também da Secretaria de Estado de Saúde. A obra evidencia um dos assuntos mais abordados no momento. A trajetória segue com a narração de um adolescente que comete o bullying.

O projeto desenvolvido pelos professores de Língua Portuguesa e pela PM de forma transversal envolve todas as disciplinas. Com base no livro Tosco, o objetivo é trabalhar de maneira diferenciada com os adolescentes temas como: violência, bullying, drogas, realidade social, juventude, comportamento, relacionamento entre pais e filhos e entre aluno e professor.

Neste ano, em nossa escola, o projeto Tosco será desenvolvido pelos professores. A primeira etapa do projeto é a leitura e compreensão do livro, a segunda, envolverá as atividades de produção de texto, paródia, peça teatral, entre outras. Esperamos que a partir da percepção e identificação do adolescente com a estória do personagem, aconteça uma melhora de conduta, de comportamento e de afetividade.

Para saber mais sobre a obra:
http://toscoemacao.blogspot.com/

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PRIMEIRA AULA DE CIDADANIA

Aula de cidadania no primeiro dia de aula na escola: boas vindas da Diretora Profª. Maria José Cordeiro Manso e depois a entonação do Hino Nacional Brasileiro.









quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

FELIZ VOLTA ÀS AULAS


Em todos os povos do mundo, em todas as épocas da humanidade, o que se espera de uma nova geração é que ela aprenda os ensinamentos dos mais velhos e siga os passos daqueles que já trilharam muitos caminhos. Os pais esperam que dos seus filhos os escutem e ponham em prática, o que eles lhes ensinam. Os professores se orgulham dos alunos que os seguem.

O Conhecer não é somente assimilar passivamente um saber, um conteúdo, um objeto.

Admitimos a idéia de que devemos partir de algo, mas para que haja conhecimento esse algo deve ser transformado, repensado, ter adquirir novo significado e ser elaborado. Podemos fazer isso em conjunto, com outros indivíduos, mas cada um, individualmente, precisa contribuir com sua parcela de intelectualidade, de ação.

Juntos queremos, neste ano de 2012, fortalecer nosso espírito para que os objetivos almejados em nossos projetos sejam alcançados com sucesso. E nesta caminhada precisaremos de perseverança, senso de compromisso, dedicação, entrosamento e responsabilidade.

É com esse espírito e amor pela educação, que damos as boas vindas e um bom retorno a todos: alunos pais, professores e demais funcionários para que com vibração e alegria iniciemos nossas atividades.

Esperamos que todos nós possamos nos apropriar dos saberes que nos serão colocados nesta etapa.

Esperamos também que cada um siga os seus próprios passos, que trilhe novos caminhos, que ouse, que transforme, com a humildade de um eterno aprendiz, assim com São Francisco nos ensinou.

“... nada de vós retenhais para vós mesmos, para que totalmente vos receba quem totalmente se vos dá!" (C.t Ordem, 26-29).

Paz e Bem!

Texto adaptado - autor desconhecido

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

"O QUE A LEITURA PODE FAZER POR VOCÊ"

Fragmento de Macunaíma de Mário de Andrade




Macunaíma

Mário de Andrade

Macunaíma, índio da tribo tapanhumas, nasce as margens do rio Uraricoera, na Amazônia. Vive com os irmãos Maanape e Jinguê, até a morte da mãe, quando os três partem em busca de aventuras. O herói encontra Ci, Mãe do Mato, rainha das Icamiabas, tribo de amazonas, faz dela sua mulher e torna-se Imperador do Mato-Virgem. Ci dá à luz um filho, mas ele morre e ela também, logo em seguida.

Antes de virar estrela no céu, ela dá a Macunaíma um amuleto, a muiraquitã (uma pedra verde em forma de lagarto), que o herói perde e vai parar nas mãos de Venceslau Pietro Pietra, o gigante Piaimã comedor de gente, que mora em São Paulo.

Macunaíma e seus irmãos descem para a cidade grande para tentar recuperar a muiraquitã. Em São Paulo, assistimos à descoberta da civilização industrial por Macunaíma e suas lutas contra o gigante até recuperar o amuleto. Quando o herói consegue a façanha, retorna para o Uraricoera. Lá, sofrera a perda dos irmãos e a vingança de Vei, a deusa do sol.

Vei havia oferecido a Macunaíma uma de suas filhas em casamento, quando ele visitara o Rio de Janeiro. O herói fez um trato com ela de não andar mais atrás de mulher nenhuma, mas assim que fica sozinho, corre atrás de uma portuguesa.

Para se vingar, no final do livro, Vei faz Macunaíma sentir um forte calor, que desperta seus insaciáveis desejos sexuais; então, lança-o nos braços de uma Uiara, monstro disfarçado de bela mulher que habita o fundo dos lagos. O herói é destroçado e perde definitivamente a muiraquitã. Cansado de tudo, Macunaíma vai para o céu transformado na Constelação da Ursa Maior.

Poesia Realista (Bernardinho Lopes)


POESIA REALISTA E PARNASIANISMO.
Poesia realista.
CROMO XXXVI.

Domingo. A casa de palha
Abre as janelas ao sol
Na horta o dono trabalha
Desde veio o arrebol;

E a companheira, de grampo
No cabelo em caracol,
Na erva enxuta do campo
Estende um claro lençol...

No ribeiro cristalino
Bebem as aves; o sino
Chama os cristãos à matriz;
Entra a mulher... mas da porta
Fala meiga, para a Horta:
- Vamos à missa, Luís?

(Bernardinho Lopes).